SÉCULO XV
Descoberta talvez em 1427 em conjunto com as ilhas centrais e orientais.

SÉCULO XVIII
Erupções vulcânicas deram origem a curiosas extensões de lava negra, a que o povo dá o nome de mistérios. A presença dos baleeiros americanos nas águas açorianas introduz um novo pólo de actividade na ilha, a caça ao cachalote, que se tornou numa importante fonte de riqueza. À custa de árduo trabalho, os campos de lava são transformados em férteis pomares e produtivos vinhedos. O verdelho do Pico, por mais de dois séculos atinge fama internacional, chegando à mesa dos czares da Rússia.

SÉCULO XIX
Assiste-se ao fim do “ciclo do verdelho”, dado que as vinhas foram devastadas pelo oídio e pela filoxera. Este facto levou muita gente da ilha a emigrar para o Brasil e América do Norte.

SÉCULO XX
Período onde se dá um surto de desenvolvimento económico, tornado possível com a instalação de novos portos e do aeroporto, ao incremento da actividade agrícola - onde se está a proceder à cuidadosa recuperação das vinhas -, à pecuária, à actividade piscatória e ao turismo que começa a revelar-se como uma boa aposta para o futuro.

SÉCULO XXI
A 2 de Julho de 2004, a paisagem da cultura da vinha do Pico foi elevada ao estatuto de Património Mundial pela UNESCO. Em 2005, um novo modelo de ligações aéreas colocou a ilha do Pico como uma das portas de saída e entrada directas na Região.